Resumo
- O último episódio de Guerra dos Tronos escrito por George R. R. Martin também teve uma das mortes mais satisfatórias de todo o show com o Casamento Roxo.
- A morte de Joffrey nos livros pretende fazer com que o público tenha pena dele, mas o mesmo efeito não ocorreu na tela.
- As tentativas de Martin de condenar os espectadores por gostarem da morte de Joffrey não funcionaram por causa de quão malvado o personagem se tornou.
Ao longo dos anos, Guerra dos Tronos teve muitos grandes vilões, mas nenhum foi tão universalmente desprezado quanto Joffrey Baratheon ( Jack Gleeson ) durante as primeiras temporadas. Raramente o público ficou tão ansioso para ver um personagem morrer e, quando finalmente chegou no início da quarta temporada, seu falecimento durante seu casamento com Margaret Tyrell ( Natalie Dormer ) certamente não decepcionou. Como o episódio final escrito por George R. R. Martin ele mesmo, O Leão e a Rosa define em grande parte o resto da temporada ao enquadrar Tyrion Lannister ( Peter Dinklage ) pelo assassinato. Por mais satisfatório que seja, este ato de regicídio também tem consequências políticas imediatas que servem como uma condenação do espectador. Fiel ao seu estilo de escrita, George nos dá exatamente o que queremos e depois pune os espectadores por quererem isso, tornando-o mais horrível do que qualquer um havia inicialmente previsto. No momento, porém, a cena ainda é extremamente satisfatória e é considerada uma das melhores mortes da série dez anos após o episódio ter sido exibido pela primeira vez.